quinta-feira, 26 de junho de 2014

A despedida

Aquele último beijo para mim foi demolidor. Saber que não iria haver mais nenhum e acima de tudo, não saber quando te voltava a ver, deu cabo de mim. Quando vinha no caminho para casa, a minha vontade era de voltar atrás e dizer-te o quanto gosto de ti, o quanto eu queria ter-te ao pé de mim todos os dias e o quanto eu queria um abraço teu novamente. Já passou 6 dias desde a última vez que te vi, mas continuo a sentir o teu cheiro de quando me abraçavas-te pela última vez, a visualizar o teu ultimo olhar, a expressão que tu fizeste quando me viste a ir embora. Nunca vou esquecer isso. A sensação de não saber quando irei voltar a ver uma pessoa que me é tão importante e especial para mim é devastadora. Neste momento, apercebo-me do quanto eras essencial no meu dia a dia e de como o teu simples abraço fazia-me sentir melhor. Saber que para o ano tu não estarás lá, é uma sensação esquisita. Sei que ao início, vou ter aquela coisa de procurar-te nos corredores para ver se vejo, mas com o tempo, vou habituar-me à ideia da tua ausência no meu dia a dia.

terça-feira, 17 de junho de 2014

Labirinto

Eu não sei que se passa comigo. Não sei que sinto. Encontro-me num labirinto de sentimentos e emoções. Tu foste a primeira pessoa com quem eu tive e era realmente feliz, porque tu me fazias sentir assim. Tu serás sempre o meu primeiro amor em que foi feliz. E mesmo depois de tudo isso tu contínuas-te a meu lado já no fim de tudo ter acabado. Eu agora não sei que fazer, aconteceu o que não devia ter acontecido. Estou baralhada. És tão importante para mim e eu não te quero perder por nada. E agora sinto que te estou a perder e não existe nada para mudar isso. As lágrimas correm-me na face à medida que escrevo este texto, que lembra a saudade e a possibilidade de o passado não voltar atrás. Aquele beijo mexeu comigo, derrubou-me à medida que acontecia. Fez o carinho que eu sentia por ti voltar ao de cima, mas agora não há nada a fazer. O que já está feito, já não se pode mudar. Não há como voltar atrás, eu bem queria mas não dá. Neste momento só me resta esperar que este sentimento se vá embora e que volte tudo a acalmar. 

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Reflexão

Eu queria sentar-me ao teu colo e dizer “amo-te”, estas a ver? Era como nós fazíamos nós velhos tempos. Esse tempo que já acabou e que não volta atrás. Tu preferis-te tentar seguir em frente sem dar outra oportunidade, mas se calhar assim até foi melhor. A nossa amizade tornou-se mais forte, a medida daquilo que nós os dois passamos. Começamos por ser amigos, namorados e voltamos a ser amigos. E agora, tu para mim não és apenas um amigo, és o meu melhor amigo. Eu apeguei-me a ti de uma tal maneira que eu nem consigo compreender. Eu não precisava de dizer que estava mal que tu percebias logo, tu percebes logo se estou bem ou mal. Eu a ti, não te consigo esconder nada.
“P.S.: Nunca te esqueças de mim, que eu irei fazer o mesmo.”