Tudo o próprio ser humano erra, as vezes pelo caminho certo e por outros pelo errado. Não podemos decidir se amanha iremos errar, só podemos corrigir os nossos erros amanha, que cometemos hoje. Por vezes o caminho mais fácil nem sempre é o correto e nestes casos não é de certeza. O que é correto é admitindo nossos próprios erros em frente as pessoas, mostrando que erramos e que estamos arrependidas. Por vezes o caminho mais difícil de percorrer mas o mais acertado nestes casos, é o pior de fazer, é o mais doloroso de todos. Nesse caminho descobrimos os verdadeiros amigos, aqueles que simplesmente nos apontam o dedo, em que não fazem para que exista perdão possível, ignorando-o. Para mim nestes casos o perdão deveria ser admitido, pois é preciso muito caracter e coragem para admitir o erro que cometeu, que por mais grave que fosse, e isso deveria de ser reconhecido. Mas na maioria dos casos não é bem assim, não é assim que se passa a situação das pessoas. Por vezes esses atos corretos, não são verificados na lista das coisas que já se fez, não são valorizados. É assim que eu me sinto. Por mais grave que tenha sido o meu erro, eu simplesmente poderia ter escolhido por ir pelo caminho mais fácil, não admitindo encobrindo a verdade continuando a bater com o pé em como era mentira. Mas em vez disso não, pôs tudo em que tinha em causa, podendo vir a perde-lo, como perdi. Eu perdi um grupo de amigos que para mim eram como família, simplesmente perdi-os. E agora não sei como recuperar, perdi tudo. Assumi o que tinha cometido como erro, pedi perdão, mas neste momento nada disso chega. Neste momento estou a arcar com todas as consequências possíveis e imaginárias de ter. Desde telefonemas em anonimo, bocas a tudo o momento, intrigas, mas a mim não me magoa que as mandem, magoa-a mais recebe-las de quem já não estava a espera. No meio de isto tudo vejo um ponto bom, foi preciso acontecer o que aconteceu para eu me aperceber da pessoa que eras, e fez com que eu desse o ponto final na minha cabeça, que depois tu acabas-te por o perceber. Ponto final esse que já devia ter sido dado há muito tempo, mas mais vale tarde que nunca. Neste momento deixo tudo o meu passado para trás, seguindo um novo rumo na minha vida que me faça realmente feliz, sem guerras, só com a existência de paz. Vou começar uma nova vida sem ti, muito melhor do que algo tenha vivido. Nos últimos 8 meses que passaram nunca foi verdadeiramente feliz contigo e agora quero selo sem ti, porque sem ti é que estou bem. Nunca me fizeste bem, nunca gostas-te de mim, e isso para mim basta, acabou. Tu para mim morres-te. Um brinde a uma nova vida!!
“Tenho muitos defeitos, mas eles completam-se as minhas qualidades. Gosto de ser livre, de ter tempo para voar em pensamentos e para idealizar cenas da minha vida. A liberdade não implica, estar-se solto de tudo é totalmente o contrário. Ser livre é ter liberdade de escolher o que se quer, escolhendo seus caminhos e decidindo suas decisões. Estando totalmente sobre o véu de ignorância.”
domingo, 29 de julho de 2012
sábado, 21 de julho de 2012
O meu lema de vida ..
Qual é o verdadeiro significado de felicidade? É ter um carro, uma carreira, um marido de sonho? Não, não é verdade. Para mim neste momento a felicidade não existe, não consigo ver nada de bom na minha vida, não consigo encontrar forças em nenhum lado mesmo no fim de olhar em meu redor. Não as encontro, estou a ficar com poucas ou nenhumas forças para seguir com tudo para a frente. Não sei o que fazer daqui para a frente. Tanta coisa mudou e em tão pouco tempo. Estraguei a minha vida, destrui-a. Fiz o que nunca devia ter feito, abalei com o que era seguro, retirei a mim própria a minha felicidade, cometi tantos erros. Fiz o maior erro da minha vida e o praticamente mortal, trair uma amiga. Porque é que eu o fiz?! Tenho tantas vezes essa pergunta a pairar na minha cabeça, não encontro resposta para ela. Mas porque é que eu fiz aquilo? Dei cabo de tudo o que eu tinha de bom, por causa dele. Eu pensava que poderia dar em algo melhor se eu fizesse aquilo com ele, que o ia prender a mim. Mas estava tão errada, tão iludida, tão bem enganada, de tal maneira que a verdade passava mesmo a minha frente e eu não a via. Estive assim ao longo de oito meses da minha vida. Até que aconteceu o que nunca devia ter acontecido e pôs-se um ponto final em tudo. Não que eu lho disse-se, porque eu não disse, mas sim porque foi dado na minha cabeça. Decidi que não haveria de se passar mais nada. Agora olho para trás e penso: “ Foi preciso tudo chegar aquele ponto tão extremo para eu me aperceber das coisas que se passava a meu redor?! Quando já ao longo de todos aqueles meses, aos poucos foi tento provas da verdade. Mas eu não as conseguia ver. “
Só no fim de se passar quase duas semanas depois do incidente é que eu as poucos e poucos me foi apercebendo da tamanha ilusão em que eu vivia. Era um puro conto de fadas, como aquele que se contam aos pequeninos, em que tudo é perfeito. Eu até a uns tempos pensava que a vida era assim, perfeita e não havia espaço para desilusões. Mas outra vez continha-me errada. Eu apercebi-me que desde de pequena sempre vivera nesse conto de fadas, dai ser tão ingénua. A minha vontade verdadeira é de as vezes desaparecer, e neste momento sinto muito isso. Quero desaparecer da face da terra e nunca mais voltar. É um desejo obscuro que sinto em mim já a muito tempo de querer morrer. Não trago felicidade para ninguém pelo contrario, só trago infelicidade, não ando cá a fazer nada a não ser destruir a minha vida constantemente e destruindo ao mesmo tempo a dos outros. O único problema é que não tenho força suficiente para o conseguir fazer, mas há uns tempos atras tinha muito menos cada dia que passa tenho conseguido ter mais, até chegar ao dia final em que irá acontecer. Não sei se consigo aguentar com este sofrimento durante muito mais tempo. Quero pôr-lhe um fim e esta é a única maneira de o fazer. É só preciso saber como o fazer e depois “BYE, BYE FOREVER!”.
Só no fim de se passar quase duas semanas depois do incidente é que eu as poucos e poucos me foi apercebendo da tamanha ilusão em que eu vivia. Era um puro conto de fadas, como aquele que se contam aos pequeninos, em que tudo é perfeito. Eu até a uns tempos pensava que a vida era assim, perfeita e não havia espaço para desilusões. Mas outra vez continha-me errada. Eu apercebi-me que desde de pequena sempre vivera nesse conto de fadas, dai ser tão ingénua. A minha vontade verdadeira é de as vezes desaparecer, e neste momento sinto muito isso. Quero desaparecer da face da terra e nunca mais voltar. É um desejo obscuro que sinto em mim já a muito tempo de querer morrer. Não trago felicidade para ninguém pelo contrario, só trago infelicidade, não ando cá a fazer nada a não ser destruir a minha vida constantemente e destruindo ao mesmo tempo a dos outros. O único problema é que não tenho força suficiente para o conseguir fazer, mas há uns tempos atras tinha muito menos cada dia que passa tenho conseguido ter mais, até chegar ao dia final em que irá acontecer. Não sei se consigo aguentar com este sofrimento durante muito mais tempo. Quero pôr-lhe um fim e esta é a única maneira de o fazer. É só preciso saber como o fazer e depois “BYE, BYE FOREVER!”.
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